O melhor da vida...
13:50
Ps: Não sei de quem é essa charge, mas é muito boa! Se alguém souber dizer de quem é, diga-me para dar os devidos créditos. Por enquanto, fica creditado ao tio G (google)!
Outro hiato!
12:54Estava pensando em desativar este aqui, mas vou tentar reformulá-lo mais uma vez de novo novamente! O template, pra variar, foi a primeira coisa a ser mudada e espero atualizá-lo com mais frequência!
Sobre livros
14:16
O segundo livro escolhido pelo Ágora foi “O assassinato no Expresso do Oriente”, da Dama do Crime, Agatha Christie. Já li há muitos anos atrás, mas o final é inesquecível.
O romance de Yoshikawa é composto de sete livros, sendo: “A terra”, “A água”. “O fogo” e “O vento (primeira parte)” aqueles que formam o primeiro volume, o que eu li. E é interessante aprender junto com Musashi as lições que integram o caminho de um samurai. Sem mestre e, conseqüentemente, sem um estilo de luta, Musashi percorre o Japão atrás de ensinamentos que o tornem um grande guerreiro e, aos poucos, vai criando o seu próprio estilo. Paralelo ao seu aprendizado como samurai, ele ainda terá que lidar e compreender os conflitos do corpo humano e seus desejos, sendo o amor talvez o seu maior obstáculo.
“O vento (segunda parte)”, “O Céu”, “As duas forças” e “A Harmonia final” são os livros que completam o romance, no segundo volume. Dizem que este romance japonês é comparado ao “E o vento levou” dos Estados Unidos. Não li esse clássico americano, mas afirmo que o livro de Yoshikawa vale a pena ser lido...O duro é conseguir tempo para tal proeza!
Mas a história de Musashi pode ser conhecida por outros meios. Existem milhares de filmes e novelas que narram a sua saga e, se me recordo bem, o mangá “Vagabond”, publicado pela Conrad, é sobre o samurai.
Fica registrado as dicas das minhas últimas três leituras! ^-~
Hiato!
14:19Acontece que minha vida de desempregada está mais corrida do que eu imaginava, um tumulto só!
Espero em breve voltar a postar e a frequentar os blogs de vcs rapidamente!!
Gomen ne! (desculpem!)
Os 10 blogs maneiros!
14:07
Teatro
09:01É um personagem interessante, mas a peça foi um pouco monótona. Não pude deixar de comparar a atuação de Thiago Lacerda com a de Wagner Moura, em Hamlet. São peças totalmente diferentes, mas o personagem principal era louco, ou dizia-se louco. Ambos atores enrolavam a ponta dos fios de cabelos, como se essa atitude caracterizasse ou enfatizasse a sandice dos personagens. E Moura vence essa comparação. Lacerda não me convenceu muito, não!
Momento tietagem
Sobre séries (clássicas)
10:11
Duas de várias séries americanas que estão entre minhas favoritas são uma "herança" de meu pai. São elas: "A feiticeira" e "Jeannie é um gênio"."Jeannie é um gênio" é a história de uma gênia que vive dentro de uma garrafa, a qual é encontrada pelo astronauta da NASA, o major Nelson. Ela se apaixonada pelo rapaz e este passa a viver os mais diversos conflitos por conta dos poderes mágicos da loirinha, cujo único objetivo é tornar feliz o seu amo.
"A feiticeira" retatra o cotidiano da bruxa Samanta Stephens, que tenta viver normalmente com seu marido e filhos, mas sempre se encontra em situações nas quais é necessário utilizar seus poderes. Principalmente com sua mãe dá as caras nos episódios.
Por meio da Rede TV, pude acompanhar as atrapalhadas de Jeannie, as enrascadas de Samanta e suspirar pelos olhos do Major Nelson. E, agora, estou tendo a chance de rever todas as aventuras!
Hum...Esse post está quase cheirando a naftalina!
Hiato
09:42
Torre de Babel - Um circuito pra lá de interessante!
10:13
O segundo filme foi um italiano, "Caos Calmo", dirigido por Antonio Grimaldi e com o também cineasta Nani Moretti como protagonista . Adoro o sotaque, ainda mais quando eles falam rápido ou de forma enérgica, é engraçado!
O terceiro filme é "Baby Love", de Vicent Gareq, trata-se de uma delicada comédia francesa que narra as dificuldades de um homosexual em ser pai. É um filme curtinho (ou será que o enredo é que cativou de tal forma que pareceu curto?), mas atual e que levanta reflexões sobre a hipocrisia da sociedade. Por que um casal de homosexual, cujo relacionamento é estável e ambos possuem empregos ótimos não podem adotar um filho? E o engraçado é que isso é o que acontece em um país, a França, em que o aborto é legalizado. Enfim, é um filme que dá pano pra muitas discussões.
O próximo filme foi um japonês (a minha língua preferida! Adoro italiano, adoro francês, mas o japonês ganha disparado! Um dia eu aprendo essa língua) do Kurosawa. Não, não Akira Kurosawa, mas sim Kiyoshi Kurosawa. Para qualquer amante do cinema asiático, apenas o sobrenome do diretor despertaria curiosidade. Em pesquisas rasas, notei que Kiyoshi é um diretor no mínimo bastante citado entre o gênero de terror. O filme que foi passado na mostra não é desse segmento, mas retrata o drama de uma família em que suas estruturas estão se dissolvendo. O pai bate no filho porque ele quer estudar piano, o filho mais velho se torna soldado e vai para outro país, o pai é demitido e não consegue enfrentar a vergonha e a mãe não consegue cumprir o seu papel em harmonizar a família. "Tóquio sonata" é um belo filme.
